terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Eu escrevi esse texto há exatamente três meses. Hoje a nossa lua é nova, tão nova que nos proporcionou quatro apresentações em Itapetininga e um projeto que ainda vamos discutir. Boa sorte para nós e que no calendário do Eu Outro a lua possa sempre ser crescente!

   
"Sempre que me acontece alguma coisa importante, está ventando"
            "Acho que o nosso diretor gosta de brincar com o tempo. Nos favores que a lua nos proporcionou, a bailarina girava para que o tempo pudesse passar. Ou não. Tantas coisas que nos perdemos e nos achamos em um universo intimista que agora nos trouxe o vento como aliado e a corda como segurança.
            Antes mesmo de a lua minguar, pensamos em ser Mafalda , Miguelzão e Miguelim. Paixão essa por 'M', que misturava o absurdo da menina de cabelo armado, com o segundo autor brasileiro preferido do Ju, segundo ele, ficando atrás somente de Clarice, aquela que via estrelas.                                                                                         
        Diante das dificuldades de um parto prematuro (pela surpresa do momento), nascemos da melhor forma possível. Em duas semanas, engatinhamos, andamos, entramos e saímos de uma garagem sendo bandoleiros, corremos em praça, subimos em árvores, vivemos. Sentimos o vento bater no rosto, nem vimos o tempo passar e nesse agora já falávamos de Veríssimo.
            Então... Que o rude de Érico nós traga novas forças. Que o eu e outro respirem novos ares. Praças, garagens, quintais, aí vamos nós! Experimentar o modo de vida que o 'conservadorismo' nunca iria nos permitir!
          

(Rafaele Breves)

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